Estado fascista e colonial sul-coreano prende patriota pró-reunificação

Texto do Centro de Estudos da Ideia Juche – Brasil. Site do CEIJ: http://solidariedadecoreiapopular.blogspot.com.br

Nota do Centro de Estudos da Ideia Juche – Brasil sobre a prisão do lutador pró-reunificação Ro Su Hui pelo estado fascista-colonial da Coreia do Sul
Ro Su Hui ao chegar a Seul

O regime fascista sul-coreano cometeu hoje um de seus vários crimes contra a tendência dos tempos e a demanda comum de todo o povo coreano pela reunificação pacífica e independente do país, sem a interferência de quaisquer potências estrangeiras. Ro Su Hui, vice-presidente da Aliança Pan Nacional pela Reunificação da Coreia, sul-coreano que havia visitado a República Popular Democrática da Coreia no dia 24 de março para atender às atividades que lembravam o aniversário de 100 dias da morte do dirigente Kim Jong Il, retornou para a Coreia do Sul hoje, no dia 5 de julho de 2012, através de Panmunjon, e foi barbaramente preso logo após pisar no local onde já é considerado território da fascista “República da Coreia”.

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CIA recrutou mais de 1500 mercenários afegãos para lutar na Líbia

“A Agência Central de Inteligência [CIA] dos Estados Unidos recrutou mais de 1.500 homens da região de Mazar-e-Sharif, no Afeganistão, para lutar na Líbia. Fontes militares disseram ao jornal The Nation que “A maioria dos homens foram recrutados do Afeganistão. Eles são uzbeques, hazaras e persas”
Segundo a TV Al-Jazeera, diversas imagens de “rebeldes” mostram combatentescom vestimentas afegãs, e não líbias.

Fontes em Quetta, disseram que “Alguns uzbeques e hazaras do Afeganistão foram presos em Balochistan. Eles viajarem ilegalmente do Paquistão, passaram pelo Irã e desembarcaram na Líbia, protegidos pela Otan. Relatórios da Al-Jazeera revelam que além dos combatentes transportados por aviões, mais de 60 afegãos, na maioria crianças e adolescentes, foram encontrados mortos por sufocamento dentro de um contêiner, no sudoeste do Paquistão, em uma tentativa aparente de ingressar na Líbiapor via marítima.

Mais de 100 imigrantes ilegais foram descobertos a 20 quilômetros da cidade fronteiriça de Quetta, na semana passada no interior do contâiner, que tinha sido trancado por fora.

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Norte-coreana sequestrada pelo governo sul-coreano na fronteira com a China

Pyongyang, 3 de julho (KCNA) — Mulher da República Popular Democrática da Coreia (RPDC, vulgarmente conhecida como Coreia do Norte), Pak Jong Suk, foi entrevistada por repóreres coreanos e estrangeiros dia 28 de junho.

Ela retornou à Coreia do Norte após ter sido levada para a Coreia do Sul.

Pak Jong Suk pôs a nú a verdade por trás da algazarra sobre “desertores do norte” instigados pelo regime fantoche sul-coreano, e sua situação miserável. Disse que o “governo” sul-coreano está usando “desertores” em sua campanha anti-RPDC de “direitos humanos”.

Ela continua:

Os desertores são uma escória que fazem um porto de rancor contra o sistema da RPDC ou cometeram crimes na RPDC antes de fugir. Fazem confrontos desesperados com a RPDC para conseguir algum dinheiro em troca pelo agrado ao grupo conservador da sul-coreano.

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A superação do anti-stalinismo

uma importante condição para a reconstrução do movimento comunista enquanto movimento marxista-leninista unido (1994)

Documento retirado de www.kurt-gossweiler.de
Tradução do alemão de PG, revisão e edição de AN, 26.06.08

Para os marxistas não é de forma nenhuma surpresa que o fim da União Soviética e dos estados europeus socialistas tenha trazido consigo o regresso da guerra à Europa e o início de uma ofensiva geral do capital contra a classe trabalhadora e todo o povo trabalhador. Esta brutal ofensiva do capital só pode ser rechaçada com uma defesa conjunta, unitária, de todos os atingidos. Só por isto é urgentemente necessária a reconstrução de um movimento comunista unido, já para não falar da tarefa de acabar com o domínio do imperialismo. Infelizmente, porém, o movimento comunista ainda está muito longe de ser
um movimento unido.

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Hungria: a tentação da teocracia neoliberal, de Esquerda.net

dossier | 5 Fevereiro, 2012 – 01:12
O poder político húngaro esforça-se por instaurar um regime teocrático – a ordem social deveria ser, aos seus olhos, uma ordem moral judaico-cristã fundamentalista – que mistura nacionalismo, autoritarismo e neoliberalismo. Por Attila Jakab.

A chegada ao poder, em Abril de 2010, do primeiro-ministro Viktor Orbán, profundamente convencido de ser um homem providencial encarregado de uma missão divina, empurra a Hungria para um regime autoritário.

O poder político húngaro esforça-se por instaurar um regime teocrático – a ordem social deveria ser, aos seus olhos, uma ordem moral judaico-cristã fundamentalista – que mistura nacionalismo, autoritarismo e neoliberalismo. As palavras de ordem são a lealdade política incondicional, bem como a obediência e o respeito absoluto pela autoridade. O maniqueísmo do governo – e da direita húngara – baseia-se num dualismo demarcado, opondo de modo acentuado os amigos e os inimigos, bem como o bem e o mal. Este maniqueísmo é fortemente influenciado pelo pensamento do filósofo Carl Schmitt, o ideólogo por excelência do Estado totalitário moderno, para quem a moral não tem nenhuma ligação com a política, nem com o direito.

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Hungria: No feriado do amor, de Esquerda.net

Hungria: No feriado do amor

dossier | 5 Fevereiro, 2012 – 01:14
A Hungria é o primeiro país da Europa a criminalizar e prender os pobres, usando coerção policial contra o, único, “crime” de se ser pobre. Artigo de Ferge Zsuzsa, professora de Sociologia, publicado em 24 de dezembro de 2011

Dado que o Natal é o feriado do amor e da boa vontade, e de compaixão para com os necessitados, parece oportuno fazer uma síntese do que lhes aconteceu ao longo do ano passado.

O panorama geral – na Hungria e em todo o mundo – é bastante amargo. De acordo com o último relatório da OCDE, as desigualdades que compõem o quadro de pobreza estão a aumentar em todo o mundo. Neste momento, até a OCDE pensa que a teoria da transmissão dos benefícios do crescimento económico para os pobres e os mais pobres estava errada. Isso simplesmente não aconteceu. Uma maneira de criar um obstáculo ou barreira ao agravamento da pobreza, afirma a OCDE, poderia ser os governos passarem a ser um pouco mais firmes na tributação dos rendimentos e bens dos mais ricos e/ou no reforço da rede de segurança social.

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Hungria, 1956: Revolução ou contrarrevolução? – Parte 2

Leia a primeira parte: https://iglusubversivo.wordpress.com/2011/08/03/hungria-1956-1/

Trechos relevantes de: A URSS e a contra-revolução de veludo – partes II, III e IV, por Ludo Martens (R.I.P.), em agosto de 1989

Hungria: a emergência de uma camada muito rica…

Na Hungria, velhos quadros comunistas, reagrupados na Sociedade Ferenc Munnich e no Centro da Plataforma Marxista, denunciam a “restauração burguesa” no seu país. Os princípios do marxismo-leninismo foram liquidados a tal ponto que o novo número um, Rezso Nyers, já não acha necessário manter as aparências: perfila-se abertamente como um aliado do imperialismo americano, como um representante dos novos capitalistas húngaros e como um correligionário da social-democracia ocidental. Vejamos os fatos:

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