Hungria, 1956: Revolução ou contrarrevolução? – Parte 2

Leia a primeira parte: https://iglusubversivo.wordpress.com/2011/08/03/hungria-1956-1/

Trechos relevantes de: A URSS e a contra-revolução de veludo – partes II, III e IV, por Ludo Martens (R.I.P.), em agosto de 1989

Hungria: a emergência de uma camada muito rica…

Na Hungria, velhos quadros comunistas, reagrupados na Sociedade Ferenc Munnich e no Centro da Plataforma Marxista, denunciam a “restauração burguesa” no seu país. Os princípios do marxismo-leninismo foram liquidados a tal ponto que o novo número um, Rezso Nyers, já não acha necessário manter as aparências: perfila-se abertamente como um aliado do imperialismo americano, como um representante dos novos capitalistas húngaros e como um correligionário da social-democracia ocidental. Vejamos os fatos:

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E-books em PDF de “Assim Foi Temperado O Aço” de Nikolai Ostrovsk; e “Stalin, Um Novo Olhar”, de Ludo Martens

ASSIM FOI TEMPERADO O AÇO

A Revolução de Outubro de 1917 constituiu o ponto de partida para uma nova etapa na literatura russa, um dos segmentos-força da nova sociedade, que deveria participar do trabalho e da educação política. ASSIM FOI TEMPERADO O AÇO é singular ao representar o empenho da literatura em auxiliar o Estado revolucionário a educar seus jovens, desenvolvendo nas novas gerações a coragem e a confiança em sua missão de formar e consolidar o Estado soviético. Coragem, confiança, garra, vontade e o mais que fosse necessário para que sua missão fosse comprida era o que não faltava a Pavel, personagem principal desta obra, que lutou até mesmo quando suas condições não mais permitiam. Um clássico do realismo socialista.


Idioma: Português
Autor: Nikolai Ostrovsk