Dalai Lama defende o imperialismo: “os EUA são a nação líder do mundo livre” e se declara “admirador da União Europeia”

Segundo o atual Dalai Lama os EUA são uma “nação líder do mundo livre” e nega a existência do imperialismo, como se tudo fossem flores no mundo atual. Ainda se declarou “admirador da União Europeia”.

Em seu novo livro “A Appeal to the World: The Way to Peace in a Time of Division”, o Dalai Lama dedica um breve capítulo aos pensamentos sobre o presidente americano. Perguntado por seu co-autor, Franz Alt, se “Make America Great Again” e “America First” estão “atualizados nesta era da globalização”, o Dalai Lama responde: “Quando o presidente diz ‘America First, ele está fazendo seus eleitores felizes. Eu posso entender isso. Mas, de uma perspectiva global, esta afirmação não é relevante. No mundo global de hoje, tudo está interligado. O futuro da América depende da Europa e o futuro da Europa depende dos países asiáticos”.

Observando que os EUA são “uma nação líder do mundo livre”, o Dalai Lama argumenta que os Estados Unidos deveriam “se afiliar mais estreitamente à Europa. Eu sou um admirador da União Européia. É um excelente exemplo pioneiro de um projeto de paz”. Ele lamenta que Trump retirou os EUA do acordo climático de Paris, escrevendo: “Ele certamente tem sua razão para fazê-lo”.

“Os EUA ainda são muito poderosos”, escreve o Dalai Lama. “O lema dos antepassados ​​dos americanos modernos era democracia, liberdade e liberdade. Regimes totalitários não têm futuro”.

Fonte: The Dalai Lama Says Donald Trump’s MAGA Catchphrase ‘Isn’t Relevant’

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Archibaldo Figueira – Cadê o Brasil que estava aqui?

A iniciativa da instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar a venda de terras brasileiras a pessoas físicas e jurídicas estrangeiras foi o verdadeiro motivo da cassação do mandato do deputado Márcio Moreira Alves (MDB-GB), em 30 de dezembro de 1968. Este argumento fortaleceu-se com a descoberta, em uma casa de Eldorado do Sul (RS), do Boletim Informativo 182, da Divisão de Segurança e Informações do Ministério da Educação (?!), datado de 15 de outubro de 1968, antecipando: “o deputado Márcio Moreira Alves vai dizer amanhã na tribuna da Câmara que o seu discurso do dia 2 de setembro não teve o objetivo de injuriar as Forças Armadas, mas sim de condenação dos crimes praticados por alguns poucos e aos que protegem os culpados, usando indevidamente o direito de falar em nome dos militares.

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A questão Kadafi

O Testamento de Kadafi

Vejamos primeiramente o que nos diz um recente testamento de Kadafi:

“Em nome de Alá, o benevolente, o misericordioso…

Por 40 anos, ou foi mais, eu não me lembro, eu fiz tudo que pude para dar ao povo casas, hospitais, escolas, e quando ele estava faminto, eu lhes dei comida. Eu até mesmo transformei Benghazi em terra arável a partir do deserto, eu resisti aos ataques daquele cowboy Reagan, quando ele matou a minha filha adotiva órfã, quando estava tentando me matar, e ao invés matou aquela pobre criança inocente. Então eu ajudei meus irmãos e irmãs da África com dinheiro para a União Africana.

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