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Maio

Índia

Ações guerrilheiras no boicote às eleições

Com informações de revolucionnaxalita.blogspot.com

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Revolta camponesa contra remoções em Uttar Pradesh, norte da Índia

Na campanha de boicote à farsa eleitoral em Chhattisgarh, foi noticiado pelo jornal indiano Deccan Chronicle que, entre os dias 20 a 25 de abril, foi celebrada uma conferência especial do Partido Comunista da Índia (maoísta) nas áreas tribais desse estado, localizado na região central da Índia. A reportagem relatava que os principais dirigentes do partido, incluindo seu secretário geral Muppala Lakshmana Rao, conhecido como camarada Ganapathi, participaram dessa conferência.

Dando sequência à série de ações da campanha de boicote convocada pelos maoístas, no dia 10 de maio, um membro das forças de repressão do velho Estado indiano identificado como Ishwar Lal foi morto em Chhattisgarh durante uma ação do Exército Guerrilheiro Popular de Libertação.

Em outra ação, guerrilheiros explodiram um transformador, interrompendo o fornecimento de energia elétrica em Kuakonda, Sukma, Konta e Chintagarh.

Ainda foram reportados incêndios de máquinas para construção de estradas, a destruição de máquinas escavadoras e de um caminhão em Andhra Pradesh e Chattisgarh.

Revolta camponesa contra remoções

Com informações de odiodeclase.blogspot.com

Durante toda a primeira quinzena de maio, milhares de camponeses de Greater Noida, no estado de Uttar Pradesh, norte da Índia, protestaram contra a remoção de famílias de suas terras e a “compra” forçada dessas terras pelo velho Estado para a exploração dos recursos minerais por grandes empresas imperialistas.

Os camponeses acusam a polícia de haver matado um manifestante e de ter aberto fogo contra o protesto, motivando assim graves enfrentamentos. Os camponeses resistiram à repressão durante várias horas munidos de paus e pedras.

Durante a revolta, dezenas de camponeses ficaram feridos. Dois policiais foram mortos e um magistrado do distrito Deepak Agarwal ficou ferido.

Revisionistas são varridos na farsa eleitoral de Bengala

Com informações de dazibaorojo.blogspot.com

O revisionista Partido Comunista da Índia – Marxista que governou o estado de Bengala Ocidental durante décadas, responsável pela mais cruel repressão contra os camponeses e as massas populares, pelo confisco das terras e sua entrega às grandes corporações imperialistas, foi derrotado nas últimas eleições. Após 34 anos no poder, a chamada “Frente de Esquerda”, da qual faziam parte os revisionistas, foi varrida nas eleições de 13 de maio.

A derrota dos revisionistas foi comemorada pelos revolucionários e as massas populares indianas não por esperarem alguma mudança com o farsante processo eleitoral, mas pela repulsa e ódio nutrido pelo povo indiano contra estes inimigos do povo.

Maoístas exigem a libertação incondicional de dirigentes detidos

Com informações de revolucionnaxalita.blogspot.com

No dia 29 de abril, os organismos de inteligência central e dos estados de Andhra Pradesh, Bihar, Chhattisgarh, entre outros, em um ataque orquestrado, prenderam, na aldeia de Barsoi –distrito de Katihar, no estado Bihar – sete pessoas, entre elas, três integrantes do Comitê Central do Partido Comunista da  Índia (maoísta).

Já há vários meses, o Birô Especial de Inteligência de Andhra Pradesh, famoso por caçar e assassinar revolucionários, seguia os movimentos do camarada Subrahmanyam. Sua prisão foi efetuada graças a informações fornecidas pelos organismos de inteligência central e estatais.

O veterano dirigente maoísta Pulendu Sekhar Mukherji, de 67 anos, conhecido no partido como camarada Saheb, dedica-se há 45 anos à direção do movimento revolucionário. Nascido em Calcutá, ele abandonou a universidade e se uniu à luta revolucionária inspirado pelo movimento de Naxalbari. Tem dedicado toda a sua vida ao desenvolvimento da Guerra Popular. Em sua longa trajetória revolucionária, tem contribuído com a construção do movimento revolucionário em vários estados, realizando importantes esforços pela união das organizações comunistas e de autênticos revolucionários. Apesar de padecer de graves problemas de saúde, tem desempenhado sempre suas tarefas com inquebrantável espírito combativo.

O camarada Subrahmanyam, conhecido como Vimal entre os quadros de Andhra Pradesh e como Srikanth entre as fileiras do partido por todo o país, concluiu a universidade de Andhra e passou a integrar a luta revolucionária. Na década de 1970, dirigiu o Sindicato Radical de Estudantes, a Liga Radical da Juventude e o Sindicato da mineração de carvão. Para responder ao chamamento do partido, dirigiu-se para o norte da Índia, onde teve destacado papel na construção do movimento revolucionário em vários estados. É um incansável trabalhador em diversos níveis do partido e também enfrenta graves problemas de saúde.

O camarada Jaspalji, muito conhecido entre as massas de Bihar como Vijay Kumar Arya, teve destacado papel dirigindo o movimento camponês e a área cultural. Durante mais de trinta anos, dirigiu o movimento revolucionário em diversas áreas. Também teve importante papel na construção do movimento revolucionário de massas.

Os organismos de inteligência do estado reacionário indiano, treinados por agências de inteligência estrangeiras como a CIA e Mossad, estão encarregados de caçar e capturar os dirigentes do movimento revolucionário indiano. Nos dois últimos anos, prenderam e assassinaram os dirigentes maoístas Patel Sudhakar, Sakhamuri Appa Rao e Azad.

Em comunicado publicado em 11 de maio, o Comitê Central do Partido Comunista da Índia (maoísta) fez um chamamento “ao povo e aos democratas para que condenem estas detenções, as matanças, a destruição, o saqueio, as atrocidades, a propaganda repugnante, a fascistização do Estado, as remoções e ‘aquisições’ forçadas de terras e leis sinistras como a Lei de Prevenção de Atividades Ilegais e para que lutem unidos contra toda esta situação”. Exige que se ponha em libertade incondicional e imediata os dirigentes maoístas detidos.

O Comitê Central do PCI (maoísta) ainda fez um chamamento ao povo para que “converta em um grande êxito a Greve Geral (Bharat Bandh, em hindi) de 48 horas convocada para os dias 21 e 22 de maio, em reposta às detenções dos dirigentes maoístas, em oposição à guerra contra o povo desencadeada pelo velho Estado.

Filipinas

Ação guerrilheira contra a exploração estrangeira

Combatentes do Novo Exército do Povo, dirigido pelo Partido Comunista das Flipinas, atacaram a propriedade de uma transnacional matando um guarda.

A propriedade acomodava as instalações da mina de cobre de San Agustín e é explorada por uma empresa que tem sede no USA.

Em comunicado, o Partido Comunista das Filipinas informou ser essa ação parte de uma campanha contra a exploração estrangeira dos recursos do país. “Esta ofensiva táctica do Novo Exército do Povo se apóia na política do povo de defender o patrimônio nacional e contra a exploração imperialista” declarou o PCF através de seu porta-voz.

Mais de dois mil “desaparecidos” políticos nas Filipinas

O blog Odio de Classe divulgou recentemente dados de inúmeros casos de “desaparições” forçadas de ativistas do movimento popular, lideranças comunitárias e supostos rebeldes maoístas nas Filipinas.

Os números dão conta de mais de dois mil casos documentados, sendo 40% no período do regime de Ferdinand Marcos (entre 1965 e 1986). São centenas de desaparecidos durante os nove anos de gerenciamento Gloria Macapagal Arroyo, encerrado em 2010.

Turquia

Exitoso ataque conjunto contra comboio policial

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De acordo com informações divulgadas pelas emissoras de TV da Turquia, um policial foi morto e outros dois ficaram feridos durante um ataque guerrilheiro contra um comboio militar que regressava de um comício do primeiro ministro Recep Tayyp Erdogan.

Erdogan havia participado de um comício eleitoral em Kastamonu (norte do país) e, em seu término, retirou-se de helicóptero. Os policiais e membros do governo que participavam do giro eleitoreiro do primeiro ministro regressavam a Ankara pela estrada quando foram surpreendidos por um grupo guerrilheiro. Os atacantes abriram fogo e lançaram granadas contra os veículos.

Após os primeiros disparos dos guerrilheiros do TIKKO – Exército de Libertação Marxista-Leninista dos Operários-Camponeses da Turquia, os agentes de polícia abriram fogo e o tiroteio durou vários minutos.

As emissoras de TV turcas mostraram imagens de um dos carros completamente queimado.

O grupo guerrilheiro retirou-se através dos bosques e despistaram as forças de repressão.

De acordo com informações publicadas em nuevademocraciapanama.blogspot.com, esse ataque seria uma ação conjunta do TIKKO (dirigido pelo Partido Comunista da Turquia – TKP/ML) e o Partido dos Trabalhadores do Curdistão – PKK.

Perú

Bandeiras vermelhas saúdam 31 anos de guerra popular

Com informações de correovermello/noticias

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Diversos veículos da imprensa burguesa peruana noticiaram que, na madrugada do dia 17 de maio, data que marca o início da guerra popular no Peru, foram vistas palavras de ordem pintadas em diversos muros no distrito de Olmos saudando o aniversário do início da luta armada.

Os noticiários também informaram que em diversos departamentos (estados) foram vistas bandeiras vermelhas com a foice e o martelo e mensagens alusivas ao aniversário da guerra popular.

Ação armada nas matas do VRAE

Com informações de correovermello/noticias

De acordo com um comunicado do Comando Conjunto de las Fuerzas Armadas do velho Estado peruano, no dia 17 de maio, foi realizado um ataque do Exército Guerrilheiro Popular, dirigido pelo Partido Comunista do Peru, contra a base militar Unión Mantaro, no Vale dos Rios Apurímac e Ene – VRAE, no distrito de Llochegua, departamento de Ayacucho.

O ataque guerrilheiro foi realizado com bombas e armas de fogo, provocou a morte de um sargento do exército reacionário e deixou vários militares feridos. Esse ataque foi mais uma ação entre tantas outras realizadas em diversos pontos do país celebrando o início da guerra popular deflagrada em 17 de maio de 1980.

 

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