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Junho

Índia

Ataque guerrilheiro contra acampamento militar da reação

Com informações de revolucionnaxalita.blotspot.com

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Emboscada provoca dez baixas à reação

No dia 5 de junho, cinco militares das forças armadas de Chhattisgarh, chamados de ‘jawans’ pelos moradores locais, foram mortos por combatentes do Exército Guerrilheiro Popular de Libertação que atacaram seu acampamento no distrito de Narayanpur.

Alguns ‘jawans’ estavam executando atividades de rotina do acampamento do 16º Batalhão no povoado de Jharaghati quando sofreram uma descarga de tiros dos guerrilheiros.

Fontes do velho Estado disseram que o ataque foi desferido por cerca de 150 combatentes maoístas, que se retiraram para a região de selva após o enfrentamento.

A ação teria sido uma resposta ao assassinato do dirigente local do Partido Comunista da Índia (maoísta) identificado como Ramcharan Singh, em um bosque de Estação Burmu, no dia 7 de junho.

Emboscada provoca dez baixas à reação

Com informações de revolucionnaxalita.blotspot.com

Dez policiais foram mortos em emboscada guerrilheira realizada em Chatisgardh no dia 10 de junho.

— Os dez policiais morreram em um carro blindado resistente a minas. Os maoístas o explodiram com um artefato muito potente no momento em que eles realizavam uma missão de patrulha na zona — declarou Ramniwas, chefe das operações antimaoístas nesse estado, à agência AFP.

Ofensiva maoísta na Índia Central

Com informações de odiodeclase.blotspot.com

Pelo menos 18 policiais foram mortos na Índia desde o dia 9 de junho.

Ataques sucessivos do Exército Guerrilheiro Popular de Libertação contra alvos do velho Estado têm causado grande impacto.

Pelo menos três policiais foram mortos em um ataque guerrilheiro na região central do país. O enfrentamento armado ocorreu no distrito de Dantewada, no estado de Chattisgarh, onde há grande atividade dos maoístas.

A agência de notícias PTI noticiou que cerca de 250 combatentes maoístas participaram dos ataques e destruíram trechos das estradas circundantes com explosivos para impedir a chegada de reforços policiais.

No dia 13, combatentes do EGPL realizaram nova ação abrindo fogo contra uma delegacia de polícia no distrito de Dantewada, em Chhattisgarh.

“Bandh” contra a prisão de dirigente maoísta

Com informações de dazibaorojo08.blotspot.com

No dia 16 de junho, combatentes do Exército Guerrilheiro Popular de Libertação — EGPL, dirigidos pelo Partido Comunista da Índia (maoísta), incendiaram uma estação de trem, atacaram uma delegacia de polícia e explodiram seis torres de telefonia móvel das empresas privadas de telecomunicações em Bihar.

Estas ações foram empreendidas durante o “Bandh” (greve geral) convocado contra a detenção do dirigente maoísta Jagdish Master, no distrito de Bihar Gaya.

Segundo informes divulgados pela própria polícia, dezenas de combatentes maoístas participaram das ações.

Um intelectual a serviço da revolução

Com informações de dsujnu.blogspot.com

O professor R. S. Rao, um renomado economista marxista indiano, faleceu, aos 74 anos de idade, no último dia 17 de junho, no Hospital Sri Gangaram, em Delhi, devido à falência de múltiplos órgãos.

A vida e obra do professor Rao, que durante décadas lecionou na Universidade de Sambalpur Odhisa, foi inspirada pela luta incansável dos comunistas, cuja expressão concreta no contexto da Índia tem se dado através da luta dos naxalitas (como são conhecidos os maoístas na Índia). Seu pensamento e suas obras concentraram-se na investigação da estrutura de classes da sociedade indiana.

Durante toda a sua vida, o professor Rao levantou a bandeira dos adivasis (povos tribais da Índia) e se comprometeu politicamente com os setores mais oprimidos da sociedade e, consequentemente, com suas lutas. Esse compromisso levou-o a juntar-se aos movimentos anti-imperialistas e a defender o povo e as lideranças perseguidas pelas classes dominantes da Índia. Ao falar numa reunião pública há alguns anos atrás, ele defendeu um caminho de desenvolvimento alternativo para seu país que, segundo ele, somente poderia ser alcançado através de um amplo e vigoroso movimento comunista.

Muito respeitado como intelectual identificado com as causas populares, o falecimento do prof. Rao é uma grande perda para o movimento revolucionário na Índia e as massas trabalhadoras do país.

Filipinas

Ofensiva do Novo Exército do Povo

Com informações de odiodeclase.blotspot.com

O Novo Exército do Povo — NEP, dirigido pelo Partido Comunista das Filipinas, empreendeu uma série de ataques na primeira semana de junho contra diversos alvos do velho Estado filipino. Cinco agentes policiais foram mortos durante os ataques.

O tenente coronel Leopoldo Galon, porta-voz militar, disse que em um desses episódios um grupo de soldados seguia em comboio para escoltar integrantes do governo até Mindanao quando foram atacados.

No dia 14 de junho, segundo fontes do exército reacionário filipino, combatentes do NEP atacaram um latifúndio na província de Negros Ocidental.

Cerca de 20 guerrilheiros participaram do ataque ao latifúndio Santa Teresita. Eles incendiaram um trator e fizeram disparos contra a sede antes de se retirarem para a mata.

No dia seguinte, houve choque armado entre uma unidade do exército reacionário e combatentes do NEP na província de Albay. Em Mindanao, seis pessoas, entre elas quatro militares e um policial, foram mortas durante um ataque.

Peru

Militares sofrem ataque e não podem ser resgatados na selva

Com informações de larepublica.pe

Cinco militares do exército reacionário peruano morreram e seis ficaram feridos durante um ataque do Exército Guerrilheiro Popular, dirigido pelo Partido Comunista do Peru, contra uma patrulha militar que prestava serviços no segundo turno das eleições presidenciais na região sudeste do país.

O ataque ocorreu no dia 4 de junho, quando a patrulha militar seguia para a região do Vale dos Rios Apurímac e Ene – Vrae, na província de La Convención, em Cusco.

Na manhã do dia 5, outros dois soldados que estavam gravemente feridos também morreram.

Fontes do Comando Especial do Vrae — Vale dos rios Apurímac e Ene, instrumento da reação para combate à guerra popular e às massas camponesas da região, declararam que entre os mortos durante o ataque estavam os sub-oficiais Huilder Ángeles Casio, Rusbel Albán Torres e Sósimo Cuyo Huamán.

As mesmas fontes relataram que os soldados Casimiro Arias Ureta e Charles Tamanta Iumbrano morreram por falta de auxílio, pois os reforços, até o momento (o ataque ocorreu no dia 4 e a declaração do comando foi dada no dia 6 de junho) não puderam resgatar os feridos bem como os corpos dos militares mortos.

Até o dia 6 de junho os militares permaneciam no mesmo local sem poder serem resgatados sob o risco de novo ataque guerrilheiro.

Sargento é morto em ataque no Vrae

Com informações de Correo Vermello

Um novo ataque do Exército Guerrilheiro Popular resultou na morte de mais um soldado do exército reacionário na base “Unión Mantaro“, localizada no Vrae.

Um comunicado do Comando Conjunto das Forças Armadas informou que o ataque ocorreu no dia 12 de junho, às 10 horas da manhã, na base do distrito de Llochegua, na província de Huanta, departamento de Ayacucho.

Os militares estavam em missão de repressão à guerra popular quando os disparos guerrilheiros atingiram o sargento Ronald Félix Machaca Llacho.

Os combatentes do Exército Guerrilheiro Popular se retiraram do local e as patrulhas da reação não foram capazes de segui-los.

Turquia

Ações do TKP/ML contra as eleições

Com informações do Comitê de Apoio à Guerra Popular na Turquia (México)

De acordo com um boletim informativo do Partido Comunista da Turquia/ Marxista-Leninista — TKP/ML de 20 de maio, militantes do partido empreenderam uma ação disparando coquetéis molotov (artefatos incendiários) contra comitês eleitorais do AKP (sigla do Partido da Justiça e Desenvolvimento, que está no governo do país desde 2001) no distrito de Eyup, em Istambul.

O boletim diz que “até o momento, o AKP tem continuado e intensificado os ataques e opressão contra nosso povo”, e prossegue pontuando que “todos os partidos representantes das classes dominantes em nosso país estarão juntos no dia das eleições, 13 de junho de 2011”. Por fim, o TKP afirma que “os inimigos do povo não sairão de cena sem ser castigados por seus crimes”.

Às heroínas da guerra popular

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Na edição 77 de AND publicamos nota sobre a fatalidade que se abateu sobre cinco combatentes do Partido Comunista da Turquia / Exército de Libertação Marxista-Leninista dos Operários-Camponeses da Turquia (TKP/ML – TIKKO). Em 2 de fevereiro, Sefagul Kesing (camarada Eylem), Nursen Aslan (camarada Emel), Gulizar Ozkan (camarada Ozlem), Fatma Acar (camarada Dilek) e Derya Aras (camarada Sevda) perderam suas vidas em decorrência de uma avalanche. Após o soterramento das cinco combatentes, seus camaradas tentaram resgatá-las, mas já encontraram seus corpos sem vida. Na ocasião, divulgamos uma foto incorreta, que não dizia respeito às cinco lutadoras do povo turco. Retificamos esse erro publicando, na presente edição, as suas fotos.

Em um comunicado emitido após a morte das combatentes, o Comitê Regional do TKP/ML de Dersim declarou:

— Sabemos que estas perdas e mortes são parte de nossa guerra. Com o propósito de repor esta grande perda em nossa luta, com todas as nossas habilidades e forças, incrementaremos a luta que nos foi confiada por nossas mártires, da forma que elas merecem.

Nossas cinco camaradas deixaram uma nota nas páginas da história, tiveram um papel dirigente em nossa guerra, ensinando às mulheres oprimidas o caminho da libertação. Suas vidas, assim como seu martírio, foram uma rebelião contra a opressão milenar da mulher e esta rebelião iluminará o caminho dos camaradas que continuam esta luta. Nossos camaradas prolongam suas vidas através das suas armas, que empunhamos para a luta pela revolução democrática popular, pelo socialismo e pelo comunismo.

 

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